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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

O Cliente me chamou, e agora??

Pois bem, amigos e colegas da comunicação... estou retomando as atividades no Blog e espero não fazer um "pause" tão grande daqui para frente...

Antes de retomar, estive pensando: o que seria bacana para voltar com tudo? O que as pessoas querem ler? e lembrei de algo que temos discutido na ABRP RS/SC (sobre isso falamos em outro momento) que tem muito a ver com o que o mercado de trabalho nos apresenta em relação a comunicação e outras áreas.
Há tempos atrás, um profissional estudava e se preparava para ser contratado pelo Sr. Johannpeter, Eike Batista, Roberto Marinho e afins... mas na conjuntura atual, onde buscar estímulo e conhecimento para os chamados empreendedores? Percebo que muitos da minha geração montam suas próprias consultorias e prestadoras de serviço (diga-se de passagem, agora tem nome chique - Coaching), e acabam tendo dificuldades para manter o negócio.

E é nesse momento que eu pergunto: como sobreviver sendo empreendedor? Como saber a melhor forma de conduzir o trabalho? Como entender o que o cliente quer e se realmente eu posso atendê-lo da forma que ele espera? Tantas perguntas me fizeram retomar o blog e, tentar (repito, tentar) responder questões simples para, quem sabe, ajudar àqueles que querem ter sucesso com seu próprio negócio.



Vamos do começo: o cliente te chamou e não sabe por onde começar? Comece com o que ele (cliente) vai mais se preocupar em relação ao seu serviço: O PREÇO. Sim, caro empreendedor, você pode ser o melhor naquilo que faz, pode realizar o sonho da vida dele, mas tudo depende de quando vai sair do bolso do cliente para ter esse sonho realizado por você.

Então, na hora de fazer seu orçamento, o que levar em conta? Listei uns tópicos que considero importante na hora de precificar:


  • O que o cliente quer?
Na sua primeira conversa com ele (seja por telefone ou pessoalmente), tente entender o que, de fato, ele quer. Veja se é possível realizar e se para você é viável ou será uma busca incessante pelo impossível. EVITE tentar entender o seu cliente por e-mail, isso não funciona. E-mail é ótimo, prático e barato, mas ele só é útil mesmo para registro do acerto, para lembrete de informações importantes e para que ele saiba (e você também) que está tratando com um profissional de verdade. Não precisa esmiuçar com ele detalhes de execução, entenda a ideia, o conceito, onde ele quer chegar.

  • Como será o seu envolvimento?
Tente considerar quanto tempo do seu dia você terá que se dedicar para este job. Pense nas noites que vc vai ficar matutando consigo mesmo tentando achar uma solução para fazer o que o cliente pediu. Não esqueça que nem sempre o cliente tem relógio ou calendário... para ele (que está pagando e até pode se achar no direito), ligar as 23h, às 8h do domingo pode não ser um problema. Quanto a isso, lembre-se também que é você, o prestador de serviço, que impõe alguns limites básico de boa convivência.

  • Contatos e parcerias, quem entra com o que?
Analise friamente a demanda e considere se o trabalho depende mais de você e de seus contatos e parceiros ou se o cliente já os tem definidos e pré-articulados.  Pode acontecer de você receber uma solicitação e ter que "se virar nos 30", então, não esqueça que parceiros são valiosos e devem ser contabilizados de alguma forma.

  • E os custos práticos?
Sim, além do envolvimento, das horas necessárias e de sua rede de relacionamentos, não esqueça que existem custos práticos que nem sempre são perceptíveis. Por exemplo, você tem uma linha telefônica, então, automaticamente, acha que não é um custo porque não vai ter que "gastar" a mais do que sua cota mensal. Mas, custos telefônicos devem sim ser considerados, afinal, vai sair do seu bolso, não do dele (a não ser que ele te ceda uma sala linda com internet, telefone, cafezinho e secretária).
Ou seja, todos os custos fixos que você já tem para manter seu empreendimento (seja grande ou pequeno), devem estar na ponta do lápis na hora de fazer o orçamento. Provavelmente, no decorrer do projeto (se ele for aceito pelo cliente), vão aparecer gastos com deslocamento, telefone, um auxiliar, etc. Se você tem uma sede, então, pense que terá uma conta de luz, água, telefone e afins para pagar no fim do mês.
Uma observação bem importante é que tudo isso deve ser levado em consideração, mas NUNCA desconte todo o seu custo fixo em um cliente, não há quem resista a valores absurdos e desnecessários.



  • E o acompanhamos de todo o trabalho? Início, meio e fim?
Ao fechar um acordo com o cliente, tente vislumbrar quanto tempo e de que forma será feita a execução. Se for um evento, por exemplo, lembre-se que começa com os contatos, o acompanhamento das ações, o grande dia e o pós-evento. Neste ponto, leve em consideração também a confiabilidade do seu trabalho. E importante que o cliente confie em quem ele está contratando para saber que você dará "conta do recado". Leve em consideração que você pode levar 15 dias, 1 mês, 6 meses ou até mais para realizar tudo o que o cliente precisa. Relações mais extensas requerem maior cuidado e confiabilidade. Afinal, o investimento será maior.


  • Seu trabalho vale quanto?
Por fim, verifique a qualidade do seu trabalho e quanto você acha que vale o seu serviço. Com certeza, não é fácil fazer isso para si próprio, mas pense: e se você fosse vender seu serviço para si mesmo?? Uma dica para te ajudar a pensar sobre isso é analisar seu histórico de trabalhos na área, que tipo de cliente ja atendeu, o porte de cada um e que feedback recebeu pelo serviço prestado.
Não esqueça de ser sincero consigo mesmo, não banque o esperto e queira cobrar o que não é justo, o cliente pode se assustar e procurar um concorrente, que até não faça tão bem quanto você, mas pelo menos é acessível. Também leve em consideração quem está te contratando, se for uma ONG, por exemplo, seja realista que verba não é o forte dela e tente ser mais amigável. Não precisa deixar de cobrar, mas trabalhos voluntários também podem te trazer prestígio. Mas, se o seu contratante for um sheik árabe... daí tudo é possível.

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Muitos são os fatores fundamentais na hora de fazer um orçamento para um cliente, mas acredito ter listado alguns mais essenciais. Lembre que empreender e ser dono do próprio negócio não significa fazer o que bem entende, da forma que quiser. Negócios que dependem de relações humanas, de recursos, de envolvimento físico e emocional precisam ser colocados na balança. Nunca dê o passo maior que sua perna. Você pode ser ótimo naquilo que faz, mas ter noção de administração de negócio, neste ramo, é fundamental.
Para finalizar o post de hoje,  se tiver dúvida de como cobrar e se o cliente pagaria aquilo que você espera, experimente se colocar no lugar dele e ver se você mesmo se contrataria para o trabalho. Você pode até tentar enganar os outros, mas nunca a si próprio.

Boa sorte!




domingo, 23 de fevereiro de 2014

100 anos e 1000 ideias - Parte IV

Para começar o quarto post referente à #RP100anos, pensei em falar sobre algo bem prático... onde estudar RP e se tornar um bacharel/profissional da área?
Pensando sobre isso, lembro-me de ter visto uma matéria no Guia do Estudante, publicada em janeiro deste ano, sobre os melhores cursos de RP no Brasil. Na lista, somente 1 universidade tem conceito 5 estrelas (USP), enquanto as outras 19, 4 estrelas.
 Entre os estados bem conceituados, o RS lidera com 6 disponibilidades de curso bem conceituadas (são 6, porque a UFSM aparece 2 vezes na lista), SP vem em seguida com 5 universidades. Depois, BA, PR, MG, GO e PB.



 Com isso, me perguntei... e a região norte, o RJ e o DF? E os demais estados do nordeste? Não temos boa formação de RP? Quase que inadmissível ter uma capital do país, com tanto político precisando melhorar a imagem, sem um bom curso de RP. Talvez seja por isso que o Congresso está como está...

Incomodada, fui pesquisar no site do Conselho Federal de Relações Públicas - Conferp, se temos alguma lista oficial de universidades brasileiras que disponibilizam o curso de Relações Públicas e não localizei nada sobre este assunto (Fica a dica para oferecer essa opção!) e fui, então, um a um dos sistemas Conrerp (regionais espalhadas pelo Brasil afora) tentar.

No site do Conrerp 2ª região (de SP e PR), muito bacana por sinal, tem uma lista de 25 universidades que oferecem o nosso curso no estado de São Paulo, enquanto temos mais 5 em todo o estado do Paraná, incluindo as melhores opções para estudar nos dois estados. Só nestes 2 estados são 30 opções, de graduação, para ficar bem claro (a pós vai ficar para o outro post).
Já no site do Conrerp 5ª região (AL/PE/RN/PB/CE/PI), a opção de cursos oferecidos nesta região já está na home. Ao todo, são 9 opções e o site disponibiliza o link direto para cada uma para maiores informações. O mais interessante é que tem duas opções de curso RP no Maranhão, que não faz parte desta região e sim da 6ª (falaremos logo abaixo)... vai entender J
Destes 9, temos 2 cursos no Maranhão, 2 em Pernambuco, 1 no Piauí, 1 na Paraíba, 1 em Alagoas, 1 no Rio Grande do Norte e 1 no Sergipe. Faço aqui um adendo dizendo que achei muito prático, simples e direto este site do Conrerp 5ª Região, fica o elogio!
Para o Conrerp 6ª região (AC/AP/AM/DF/GO/MA/MT/MS/PA/RO/RR), são 10 opções, ressaltando que o Acre, Rondônia, Roraima e Mato Grosso do Sul não tem nenhum curso de RP disponível.
Conrerp 1ª região (RJ), 3ª região (MG/ES) e 4ª região (RS/SC) não disponibilizam cursos de RP em seus sites para suas áreas.
Já o Conrerp 7ª região (BA/SE) nem site tem, somente uma fanpage. Mas bem entendível, já que foi a última a ser criada.


Engraçado (e bem duvidoso) que no mesmo Guia do Estudante que disponibiliza as 20 melhores opções de estudo em RP (na forma graduação), tem outro conteúdo sobre onde estudar, de forma generalizada e com conceituação de 3 a 5 estrelas. Ou seja, as ruins mesmo, nem entram na lista. A página é confusa e não muito estimuladora, mas me dei o trabalho de separar e contar...
São as 40 opções no guia:
·    1 opção no Al Maceió Ufal Comun. Soc. (rel. públ.).
·   2 opções no AM Manaus Ufam Comun. Soc. (rel. públ.), Manaus Ciesa Comun. Soc. (rel. públ.)
·  4 opções na BA Salvador Uneb Comun. Soc. (rel. públ.), Unifacs Comun. Soc. (rel. públ.), Lauro de Freitas Unibahia Comun. Soc. (rel. públ.). Salvador UCSal Comun. Soc. (rel. públ. com ênf. em mkt.).
·    1 opção no DF Taguatinga Fac. Anhanguera de Brasília.
·    1 opção em GO Goiânia UFG Comun. Soc. (rel. públ.).
·    1 opção no MA São Luís UF MA Comun. Soc. (rel. públ.).
·    2 opções em MG Belo Horizonte PUC Minas n/i, UFMG Comun. Soc. (rel. públ.).
·    1 opção em MT Várzea Grande Univag Comun. Soc. (rel. públ.) n/i.
·    1 opção no PA Belém Iesam Comun. Soc. (rel. públ.).
·    1 opção na PB João Pessoa UFPB Comun. Soc. (rel. públ.).
·    2 opções em PE Recife Unicap Comun. Soc. (rel. públ.), Recife Esurp Comun. Soc. (rel. públ.).
·   3 opções no PR Londrina UEL Comun. Soc. (rel. públ.), Curitiba PUCPR Comun. Soc. (rel. públ.), UFPR Comun. Soc. (rel. públ.).
·   1 opção no RJ Rio de Janeiro Uerj Comun. Soc. (rel. públ.).
·  9 opções no RS Porto Alegre PUCRS Comun. Soc. (rel. públ.) Caxias do Sul UCS Comun. Soc. (rel. públ.). novo Hamburgo Feevale n/i. Porto Alegre UFRGS Comun. Soc. (rel. públ.). Santa Cruz do Sul Unisc Comun. Soc. (rel. públ.). Santa Maria UFSM Comun. Soc. (rel. públ.). São Leopoldo Unisinos, Canoas Ulbra Comun. Soc. (rel. públ.). Ijuí Unijuí Comun. Soc. (rel. públ.).
·   1 opção em SC Itajaí Univali.
·   9 opções em SP São Paulo USP Comun. Soc. (rel. públ.) Bauru Unesp Comun. Soc. (rel. públ.). Campinas PUC-Campinas. São Paulo Cásper, Bauru USC Comun. Soc. (rel. públ.). Santos Unisantos Comun. Soc. (rel. públ.) n/i. São Bernardo do Campo Metodista, São Paulo Belas Artes, Sorocaba Uniso Comun. Soc. (rel. públ.). Taubaté Unitau

Vale lembrar que esta lista não é oficial, são as consideradas pelo Guia do Estudante como as “aceitáveis”, uma vez que são 3, 4 ou 5 estrelas no conceito geral. Deve ter muito mais por aí que sequer tem uma divulgação (o que me faz questionar muito para um curso de RP que estimula a defesa de imagem).
Concluindo, contei contei e não sei sinceramente a quantidade de universidades que oferecem a graduação em RP e nem onde. Mundo ideal seria ter um lugar onde a gente possa indicar para os interessado nesta graduação que possa ser possível escolher e ingressar.
De toda forma, acho que essas informações já ajudam!
  
Próximo post, mais  #RP100anos !


quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

100 anos e 1000 ideias - Parte III

Ainda aproveitando a temática #RP100anos, vamos começar a segmentar ou pouco mais a profissão.
Até o momento, já entendemos o que faz de forma abrangente um RP, qual seu símbolo maior e falamos de algumas modalidades da profissão... mas, RP é só festinha?

Pensando exatamente nisso, comecei a pesquisar um pouco os nichos principais da área (seria humanamente impossível listar todas as atividades mais peculiares!) e percebi que, assim como os médicos, cada RP empresta seu conhecimento da sua maneira, para um foco específico do mercado.

Vamos a eles:
Planejamento Estratégico: como o próprio nome já diz, é o cara que planeja, mas nem sempre executa! Teoricamente, esse profissional é responsável pela construção da missão da empresa (qual a razão de ser dela?), da visão (aonde ela quer chegar?), dos valores (que princípios a norteiam) e as estratégias e seus desdobramentos (responsáveis pela forma de como alcançar a visão estabelecida).

Marketing Institucional: não muito diferente do planejamento estratégico, esta área esta ligada a construção e manutenção de Imagem da Empresa. Fazer com que a organização obtenha reconhecimento e tenha credibilidade diante de seus públicos é uma tarefa de quem foca na Identidade Organizacional. Na verdade, o marketing institucional pode ser visto como um complemento do Planejamento Estratégico.

Responsabilidade Social / Sustentabilidade: não sou uma expert no assunto, mas dentro do Planejamento Estratégico e do Marketing Institucional, há uma área específica que aborda as questões sociais, ambientais e civis. Fazer da organização um exemplo de postura cidadã não é tarefa fácil, por isso muitos profissionais se especializam somente nesta imagem mais social da organização. Lembrando que sustentabilidade não está ligada somente ao meio ambiente e questões de reaproveitamento, ok?

Assessoria de Comunicação: Essa é a mais disputada... não entre os RPs, mas entre Jornalistas e RPs. Uns dizem que é papel do jornalista, outros que é função da nossa área, mas o fato é que o RP é o entendedor de instrumentos de comunicação. O Jornalista, que é bem fundamental também, restringe-se a função contato com a mídia. Para quem tem dúvidas, somos sim habilitados a fazer releases e press-releases, ser a cara para bater da organização que defendemos. Penso que às vezes o equivoco acontece porque a função de assessoria de Imprensa e parecida no nome e um pouco nas atividades, esta sim, de responsabilidade do Jornalista. Enfim, a discussão para esta temática é longa, mas há espaço para todos, contando que o RP seja reconhecido como Assessor de Comunicação :)

Pesquisa de Opinião Pública: Ah, a pesquisa! Quem gosta de receber críticas, por mais que elas sejam construtivas? Esse profissional tem o foco na opinião dos públicos em relação à empresa, seus produtos, suas crenças, sua imagem. O famoso “deixe sua mensagem aqui”, o formulário de avaliação, o questionamento de intenção de compra... seja de forma impressa ou online, saber o que o público pensa e quer é fundamental para fortalecer a imagem da organização.

Administração de crises: esse cara é definitivamente meu ídolo dentro da profissão, porque o foco dele é apagar incêndio e claro, prevenir para que ele não aconteça. Imagine que caiu um avião da TAM e não há sobreviventes... já parou pra pensar que a posição do RP é a que mais vai ser questionada? O RP está lá pra isso, acalmar os ânimos, justificar o erro e apresentar a forma de atuação da empresa para corrigir e amparar diante desta situação. Segundo o decreto DECRETO 63283/68 “é atividade específica do RP o assessoramento na solução de problemas institucionais que influam na posição da entidade perante a opinião pública”.

Gestão de Eventos: Enfim, minha praia! Já falei tantas vezes na importância dos eventos que não tenho a pretensão de me tornar chata. Estou desenvolvendo um projeto para tentar o mestrado justamente neste foco... acredito muito que evento é uma ferramenta segmentada (e diferenciada) de marketing institucional e mercadológico. Em qualquer área eles são um acontecimento único que atrai e fideliza muito o público. Congressos empresariais e acadêmicos, workshops, lançamento de pedra fundamental, Brunch de boas-vindas, convenção de final de ano.... seja qual for o motivo, evento sempre será bem-visto porque é um marco para a organização.

Docência em Ensino Superior: sim, para o curso de Relações Públicas, somente um RP pós-graduado em nível mestre pode dar aulas. Teoria das Relações Públicas, Comunicação Dirigida, Eventos... todos esses temas próprios da área devem ser ministrados por profissionais gabaritados.


Não preciso falar que estes são apenas alguns exemplos de área de atuação dentro da profissão. Sim, faltou muita coisa, mas talvez os mais comuns e percebidos pelos públicos sejam estes acima. Contudo, é extremamente importante saber que um RP não sai fazendo tudo de qualquer forma... temos nichos, valores e ideias particulares. Afinal, o que seria do verde se todo mundo só gostasse do amarelo? E o que seria das mulheres se não existem os ginecos e só os urologistas?
Já diria uma poética canção não muito antiga: “ado, aado, cada um no seu quadrado”. Mas todos, no fundo, estão interligados!


Lembrando que estas denominações são uma visão pessoal de acordo com as teorias de Kusch, Simões, Cesca, Conrerps e afins.
E tenho dito!


Próximo post, a gente continua com  #RP100anos !


terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

100 anos e 1000 ideias - Parte II


Como prometido, vamos continuar a temática #RP100anos.


Enfim, estava pensando sobre o que falar primeiro e lembrei de cara dos golfinhos! Bom, para você que pé leigo no assunto, pode achar que fiz uma analogia ao verão e nadar nas águas de Fernando de Noronha com esta adoráveis criaturas, mas, de fato, não estou podendo no momento curtir essa sensação.
Pois bem, por que golfinhos? Qual sua relação com os Rps?? Resposta: Tudo a ver com tudo. Golfinhos Rotadores (não qualquer fofinho que você vê no mar) são o símbolo da profissão.

Lindos, não? Mas certamente você deve estar se perguntando: por que? RP gosta tanto de aparecer que podia ser um leão, que é o rei da selva... ou, fala tanto pelos cotovelos que o melhor símbolo seria o papagaio...


Bom, vamos a explicação pela escolha: segundo o Conrerp 6ª Região, “entre as 7 espécies mais conhecidas de golfinhos, os rotadores são os mais comunicativos e sociáveis...” Sim, somos sociáveis, mas, sinceramente, é bem mais do que isso. Golfinhos rotadores são estrategistas e, embora gostem de vencer, são uma espécie que não necessita que ninguém saia perdendo para se sobressair.

Segundo o Info Escola, eles são conhecidos como golfinhos rotadores, porque possuem um comportamento em que realizam saltos de até 360°, no qual acredita-se que está associado a comunicação entre indivíduos e grupo. Eles tem o hábito de viver em grupos, ou seja, um RP vai do 8 ao 80 em função da boa comunicação com seus stakeholders.

Para comprovar isso, a ONG Centro Golfinho Rotador, que estuda essa espécie há mais de 20 anos e é patrocinada pela Petrobras, explica que os golfinhos rotadores vivem em alto mar, sempre em grandes grupos e os famosos rodopios são, na verdade, uma forma desses animais se comunicarem e, assim, manterem a organização dentro de seus bandos.
(Fonte desta informação: Planeta Sustentável - Abril)

Simples e claro, golfinhos e RPs são comunicativos, sociáveis, vivem em grupos e são extremamente organizados para que sua estratégia funcione. Precisa dizer mais alguma coisa?


Próximo post, seguimos essa comemoração do #RP100anos!


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

100 anos e 1000 ideias


Hoje, 30 de janeiro, estamos comemorando os 100 anos da profissão de Relações Públicas, fato que nos faz pensar que é, relativamente, uma profissão nova com esta denominação, mas tão antiga quanto andar para trás...

(Contribuição da Imagem Webster Moreira)


Só para entender, segundo explicação breve de Wikipedia,
“o primeiro Departamento de Relações Públicas, com essa denominação, criado no Brasil surgiu em 30 de janeiro de 1914. Pertencia à "Light" (The Light and Power Co. Ltda.), companhia canadense estabelecida no Brasil e concessionária da iluminação pública e do transporte coletivo da cidade de São Paulo (SP)”.

Por isso, #RP100anos
Enfim, muito antes disso Jesus Cristo já veio para ser o RP do Todo Poderoso, justificando o seu sacrifício em função do amor divino... isso é ou não é um ótimo RP celeste?? Só que na época, não tinha este nome, era só o Salvador mesmo. Aliás, é o que definitivamente um relações públicas é: um salvador das crises, um diagnosticador de situações e um planejador de ações.
Assim como um médico, RP existe para salvar alguém de alguma coisa, seja para prevenir ou para apagar o incêndio. Também na nossa profissão nos dividimos em áreas, alguns pendem para o planejamento, outros, para a sustentabilidade... eu, por exemplo, caí nas graças dos eventos corporativos (se você disse que RP é o cara que faz festinha, além de não entender nada, cortamos relações!)

Enfim, isso me lembra de porque estou na profissão desde 2006 (ainda na faculdade que só terminou em 2009). Na época, não escolhi RP, ela me escolheu como se pressentisse mais um instrumento da comunicação que agrega alguma coisa a alguém. Quando entrei naquela coordenação de Comunicação e um jornalista me disse que eu tinha perfil de RP, pensei: que ótimo, mas não tenho ideia do que é isso!

Bom, hoje eu sei, eu defendo e, mais do que isso, eu acredito na escolha feita. Ter encontrado nesta caminhada, pessoalmente, Margarida Kunsch e Roberto Simões vai muito além da emoção de um dia encontrar o Bono Vox (e olha que eu acho ele super bono!).


Mas afinal, o que é um RP? Para que ele serve? No post neste mesmo Blog feito em 18 de dezembro passado eu tentei responder sobre isso, espero que vocês compreendam. Eis o link pra não ficar pesquisando:

Pra finalizar e não ficar chato para hoje, vou falar um pouco mais sobre a profissão e suas funcionalidades durante todo o mês de fevereiro, fique a vontade para acompanhar! (Aceito sugestões...)



quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Santíssima Trindade em eventos formais

Já parou para observar que quando você chega numa solenidade com certa formalidade, como uma formatura, um congresso, um seminário, existe um detalhe que passa quase despercebido, mas que é fundamental? Sim, são as bandeiras... Indiferente da quantidade, elas são necessárias porque fazem parte de um protocolo formal para eventos.
Confesso, não é tão simples quanto parece organiza-las em uma ocasião, não basta colocar todas lado a lado e pronto. Há regras específicas para a disposição das mesmas e é disso que vamos falar agora:
Primeiro, pense comigo: em que país você está? Essa é a primeira dica para saber qual a bandeira a ser disposta primeiro... a partir dela, todas as outras. A Bandeira do Brasil, sempre está no centro, porque, definitivamente, ela deve ser o “centro das atenções” (trocadilho horrível, mas vale para a lembrança).


Se o seu evento terá número impar de bandeiras dispostas, tranquilo, Brasil no centro e não tem erro. Mas, se você dispor, por exemplo, 4 bandeiras, vamos a outra dica para saber onde ela estará: lembre-se do que você aprendeu na catequese (se não teve uma, viu isso em uma novela). Aula gratuita de religião: Santíssima Trindade – Deus Pai Todo Poderoso está no centro (entende-se aqui, Bandeira do Brasil). A sua direita, Deus Filho, o segundo mais importante e, à esquerda do Todo Poderoso, o Espirito Santo... confesso, não sou eximia conhecedora do assunto, mas o básico é como andar de bicicleta.
A mesma regra utilizada pela Santíssima Trindade se aplica às bandeiras... se você não tem um centro (disposição de bandeiras impares), qual o lugar mais importante? A direita do “centro imaginário”. Vou desenhar pra ficar mais simples:


Não, você não está maluco, para quem vê de frente, a Bandeira Principal está à esquerda, mas imagina que você está no centro delas e que a mais importante está à sua direita, não à direita de quem vê... complexo, mas nada que este desenho não deixe claro. É só lembrar da ordem de precedência da Santíssima Trindade.

Seguindo a linha de raciocínio do país q você está ser o mais importante... o que vem em segunda instância?? Sim, ponto para você que disse seu estado. Então, a ordem até agora é: Bandeira do Brasil, Bandeira (no meu caso) do RS. Sucessivamente, a terceira bandeira a ser disposta será a da sua cidade. Veja nas ilustrações para ficar mais simples:



Essa seria a forma mais simples para você dispor bandeiras em sua solenidade. Mas, se a instituição (empresa, universidade e afins) fizer questão de colocar seu representante lá, não se desespere, ela será a quarta na ordem de precedência e, voltando a questão bandeiras pares, ficaria desta forma:


Há ocasiões que dispõe-se muito mais bandeiras, mas vou me ater a uma explanação simples. Se você quiser saber mais a fundo, procure um manual de eventos, como este disposto no site PATRIOTISMO.ORG

Bom, mesmo que você não seja um organizador de eventos e não tenha a preocupação de dispor bandeiras em uma solenidade, na próxima formatura que for de um amigo ou parente preste atenção se elas estarão lá na ordem correta. Posso afirmar que, se nem lá tiverem, isso é uma falha grave de protocolo e deve ser punida. Com os símbolos nacionais ou regionais não se brincam. Aproveite aquele momento em que tá todo mundo esperando os formandos entrarem para ocupar seu tempo com alguma coisa diferente, pode até puxar assunto com a moça (o) bonita (o) ao seu lado e mostrar que tem conhecimento de algo, digamos, diferente.


Boa sorte!

domingo, 22 de dezembro de 2013

Natal x Marketing de Guerrilha


Com as festas de final de ano, muito se fala em comércio, Papai Noel, Árvore de Natal e afins. Muitas vezes o próprio espírito natalino fica esquecido, ou pior, é confundido com uma simples troca de presentes. Mas, você já parou pra pensar o quanto de marketing de guerrilha existe em função desta data? Ou seria ao contrário?
Há alguns anos atrás, se valorizava a questão da solidariedade, humanidade e espírito fraterno... aquela coisa toda do nascimento do Menino Jesus.
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Hoje, o Natal já começa em meados de outubro, com promoções, possibilidade de pagamento só em fevereiro ou com o 13º salário. Justamente aí que me pergunto:  natal virou um objeto de marketing? Se sim ou não, vamos à parte prática que dificilmente as pessoas se dão conta:
Marketing de Guerrilha é uma técnica de marketing muito utilizada em tempos atuais, no qual a estratégia não é convencional e tem como fundamento a publicidade alternativa de custo reduzido. A ideia é explorar a divulgação de forma barata, através de campanhas boca-a-boca, espaços em mídia de forma informal e gratuita, panfletos simples e reduzidos.
Ou seja, o propósito por vender muito e lucrar mais entre os comerciantes se torna uma disputa acirrada pelo cliente, mas nem sempre quem vende tem a intenção de tornar seu cliente único, segmentado, fidelizado. Em épocas como o natal, o foco é vender, seja da forma que for, pra quem for e isso é o que diferencia o marketing de guerrilha para outros trabalhos de marketing, mesmo que para o comércio.
Bom ou ruim, para quem tem pouco dinheiro e muito coração para presentear, apostar em quem se utiliza do marketing de guerrilha, sempre é uma possibilidade de negócio. O ideal é que as pessoas sejam conscientes de que o natal é mais do que um locutor na frente da loja, mais do que uma notinha no jornal, mais do que a compra de qualquer coisa, mesmo que para um ente querido.
Valorizo o negociante que foca em um público específico, que não se sujeita a fazer o preço mais baixo que o concorrente e está mais interessado em manter uma relação com o seu cliente, dando atenção e um produto de alta qualidade. Para os adeptos do marketing de guerrilha natalino, não acho errado, só acho que o marketing, tão bem visto e explorado na comunicação, neste caso, é um trabalho muito mais publicitário comercial do que institucional ou agregador.

Para quem quiser saber um pouco mais sobre este assunto, sugiro a leitura de Al Ries & Jack Trout - Marketing de Guerra. Em 1986 era a 6ª edição, acredito que tenha uma versão um pouco mais nova. Muito minuciosa e explicativa a leitura.
Marketing de Guerra


Finalizando, para quem compra muito ou pouco, para quem tem espirito natalino ou não, Feliz Natal... e boas compras!

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Os 4 R's das Relações Públicas

Dando continuidade as postagens do Blog Sou RP e Agora, segue novo texto sobre os 4 R's das Relações Públicas...


Esta semana, em leitura da obra curta, mas muito rica de Manoel Marcondes Machado Neto, 4 R’s das Relações Públicas, percebi o quanto pode ser simples a clara a explicação quando sua tia pergunta o que faz um RP.
Pois bem, para entender, vamos lembrar primeiro porque o autor instiga esta definição: de acordo com grandes nomes do marketing mundial, todo o trabalho dos marqueteiros está sustentado nos 4 P’s já bem conhecidos na área da comunicação. Fica clara a ideia de que Produto, Preço, Praça e Promoção definem as funções de um publicitário quando o assunto é vender. Desculpem os marqueteiros de plantão, mas a finalidade de quem se apoia em Preço e Promoção, pode até ter muitos nomes bonitos, mas será sempre fazer com que o público compre uma ideia, produto, serviço ou afins.
Aí entra o que diz Machado Neto sobre o trabalho do RP, que não deixa de estar vinculado aos P’s dos Publicitários. Para ele, o trabalho de relações públicas esta linkado a 4 R’s: Reconhecimento, Relacionamento, Relevância e Reputação.
No que tange o conceito de Reconhecimento, o autor destaca que está ligado a “identidade corporativa bem concebida e bem executada, desde a criação da marca até a sua aplicação em materiais do dia-a-dia operacional”.
Já sobre Relacionamento, ele é objetivo: “a importância do relacionamento com os chamados “públicos de interesse” (stakeholders) é um dos principais fatores que diferenciam a formação do relações-públicas em relação a outros perfis”.
Em relação à Relevância, o autor acredita que a “comunicação institucional, integrado à comunicação mercadológica e, principalmente, à comunicação interna, pode levar a resultados superiores em termos de valorização da marca de uma empresa.” Na atual conjuntura de globalização, onde tudo parece igual e corriqueiro, um trabalho de gestão de marca acaba sendo um diferencial.
Por fim, sobre Reputação, ele acredita ser matéria de longo prazo, “um relações-públicas bem formado é o que foi educado e treinado para planejar e estabelecer políticas de longo prazo para aquelas intervenções sociais que farão a diferença na hora de uma crise.” Aqui, se refere aos trabalhos sociais, educacionais, de sustentabilidade, causas de cidadania, eventos e assessoria de imprensa.
Durante esta leitura, pude refletir que é possível considerar que a explicação para sua tia sobre sua profissão pode ser um tanto quanto simplificada: um relações públicas faz com que uma organização ou pessoa seja reconhecida, tenha bom relacionamento com o seu público-alvo, fortaleça sua marca institucional relevante junto a sociedade que está inserida e mantenha sua reputação frente a crises de identidade ou apoiando trabalhos sociais.
Claro, assim como em todas as profissões, o RP tem vários segmentos que podem chegar a estes resultados, através da comunicação institucional em eventos, mídia, redes sociais, planejamento estratégico de posição de marca, entre outros. Mas isso é assunto para outro dia...
Para finalizar vamos dar o serviço da referência utilizada, vale muito a pena a leitura: http://www.rrpp.com.br/rrpp.php. Sim, é o site do autor, lá tem todas as obras relevantes sobre o tema RP. Mas, é possível encontrar a obra nas melhore livrarias da sua cidade.

A leitura é curta e dinâmica. 

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Sou RP, e Agora???

Retomando as atividades, nada melhor do que compartilhar um novo Blog de Relações Públicas.
Enfim, o Sou RP e Agora?  é um Blog que conta com a colaboração de profissionais e estudantes de Relações Públicas, interessados em contribuir de alguma forma para a disseminação desta área da Comunicação.
Esta que vos escreve também é uma colaboradora. Segue abaixo a primeira postagem de minha autoria como colaboração ao novo Blog:


Todas as vezes que ouvimos falar em evento dentro da universidade ou de cunho profissional, me questiono como saber diferenciar um seminário de uma conferência ou se seria uma convecção ou simpósio. Aliás, quando se pensa em evento muito pouco se discute a nomenclatura de cada tipo.
Houve ocasiões em que um painel foi denominado palestra pela simples razão de não se questionar a fundo o porquê de cada momento ter um nome específico. Para tanto, pensei de forma simplificada e compartilho com o leitor denominações simples de alguns tipos mais utilizados:

PALESTRA
Processo de discussão mais comum, indica um discurso único acompanhado de perguntas e debates com a plateia, após a explanação. Tem o objetivo de buscar conclusões para um tema.
PAINEL
Encontro de ideias em um pequeno grupo, sob mediação de alguém que tenha domínio do assunto abordado. Consiste basicamente em uma reunião de questionamentos onde este grupo apresenta suas argumentações para quem está assistindo. 
DEBATE
Discussão que ocorre geralmente entre dois oradores, que se preocupam a cada um defender seu ponto de visa sobre o assunto em questão. A plateia neste caso, participa com apoio em aplausos ou vaias de protestos.
SEMINÁRIO
É um conjunto de atividades com a finalidade específica de desenvolver aptidões, conhecimento e aprendizagem através de monitores/treinadores especializados. Tem por objetivo unir informação e experiência, sem a pretensão de chegar a conclusões ou resultados. Pode durar um dia, uma semana ou mais.
CONGRESSO
Mais restrito, visa debater temas de interesse específico de um segmento profissional. Consiste na soma de sessões de trabalho antecipadamente definidas em debates, painéis e afins. 
CONFERÊNCIA
De cunho formal, se caracteriza por um momento de informação, através de exposição feita por um profundo conhecedor em determinado assunto. Requer um grande número de pessoas e deve ser conduzida por um presidente de mesa. Se há perguntas, devem ser identificas e sempre ao final da explanação. 
CONVENÇÃO
Organizada por empresas ou empreendimentos individuais, requer um encontro de profissionais de uma mesma empresa ou profissionais empresas diferentes que tenham o mesmo propósito Podem estar relacionas a lançamento de novo produto, vendas, premiações, etc. 
FÓRUM
Ideal para plateia numerosa e cooperativa. Consiste em reunião baseada na busca da participação dos presentes. O objetivo é sensibilizar a opinião pública em relação a determinados problemas sociais. Geralmente, um coordenador lança um assunto de interesse geral e instiga a opinião da coletividade.


Há tantos outros tipos de eventos profissionais aqui não citados que valem a pesquisa, mas me detive aos mais comuns e mais utilizados de forma incorreta. Portanto, ao convidar 2 ou 3 participantes para um debate em evento de sua universidade, por exemplo, atente para que seu público perceba que não se trata de  uma palestra ou convecção. O participante espera que você, Relações Públicas, o oriente de forma adequada.

Se você tiver dúvida, questione antes do evento, não deixe para o grande dia a descoberta de uma nomenclatura errada, de algo que só dependia de uma simples pesquisa.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Mundo RP

Pensando no nome deste blog, pensava eu estes dias que informação seria útil aos interessados...
Ainda bem, ocorreu-me a tão sempre bacana colaboração de Rodrigo Cogo e seu mundorp durante minha trajetória como estudante de comunicação e egressa.
Muito recorri aos seus conhecimentos e a querida companhia dos amigos na lista de discussão (hoje extinta mas muito sentida).
Então, segue abaixo o que você pode encontrar na construção do amigo Rodrigo, formado em RP, pós-graduado na área, mestrando em ciência da comunicação. Uma vasta experiência sobre o assunto e muito a compartilhar.

São 15 anos de portal, muita coisa já buscamos ali:
  • Cerimonial e Protocolo
  • Planejamento de Comunicação
  • Marketing Editorial
  • Organização de Eventos


E muitos outros segmentos!