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domingo, 22 de janeiro de 2012

Os públicos de uma organização

Pois bem, já comentamos sobre muitos conteúdos aqui neste blog, mas ainda não citamos um fundamental: toda comunicação só ocorre se há preocupação com a relação entre determinada organização e seus clientes, fornecedores, colaboradores, terceirizados, etc, Como vocês sabem, as organizações possuem públicos de interesse e para que a mensagem seja transmitida corretamente nessa via de mão dupla, é necessário um conhecimento bastante aprofundado de quem é o público e o que a organização pretende em relação à ele.
Muitos autores preferem trabalhar com a denominação STAKEHOLDERS, um termo que foi criado para designar todas as pessoas ou empresas que, de alguma maneira, são influenciados pelas ações de uma organização, ou seja, o PÚBLICO-ALVO. Eu, particularmente, não tenho preferência por esse ou aquele nome, só acho que suas definições precisar estar bem entendidas.
Então,vamos por partes: logo no início do curso de Relações Públicas, minha concepção era públicos se dividem em interno (colaboradores), externo (clientes) e misto (fornecedores e terceirizados). Enfim, só depois de algum tempo tive a feliz oportunidade de ler as definições de Fábio França* sobre o assunto e percebi que meu conhecimento era praticamente nulo. Claro, não quero aqui submeter o prezado leitor a uma nova teoria, para tanto considero de mais fácil entendimento se eu pedir licença ao mestre no assunto para postar seus quadros explicativos: 

QUADROS DEMONSTRATIVOS DA CONCEITUAÇÃO LÓGICA DE PÚBLICOS

Dito e entendido isso (espero que esteja legível), vamos à conceituação de Stakeholders:
Pensando, então, nesta concepção de que Stakeholders são o público-alvo das organizações, percebo uma lista de pessoas envolvidas diretamente com a organização em relação às suas atividades. Claro, isso varia muito de acordo com o ramo de atividade e objetivo da organização: Colaboradores, acionistas, fornecedores, clientes, comunidade, governo. Ou seja, aqueles que possuem ligação direta e influenciada pela organização.

Por hoje é isso, espero sua sugestão!


* Fábio França é professor-pesquisador do Curso de Relações Públicas da Universidade Metodista de São Paulo. Fez mestrado e doutorado em Ciências da Comunicação – Relações Públicas na ECA-USP. Cursou pós-graduação lato sensu em Relações Públicas na PUC/RJ. É licenciado em Filosofia pela Universidade de Mogi das Cruzes (SP) e tem formação de psicólogo pela Faculdade Paulistana de Ciências e Letras. É co-autor, com Sidinéia Gomes Freitas, do livro Manual de qualidade em projetos de comunicação. E.mail: ffranca@ajato.com.br.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Gestão de Eventos

Hoje revendo as postagens notei que ainda não falei de eventos... talvez seja trauma, uma vez que enquanto estudante meus amigos se referiam ao profissional de Relações Públicas ao "promovedor de festinhas". Enfim, não conhecimento à parte, Gestão de Eventos é beeeem mais do que isso. As atividades de RP são inúmeras e só na área de eventos, então...
Então, pra começar, como o nome já sugere, EVENTO é um acontecimento não cotidiano, ou seja, um momento "espetacular" em que pessoas e organizações aproveitam a oportunidade para promover um serviço, produto, integração social ou marca institucional.
Estão aí as 4 grande áreas que eu acredito se dividir a Gestão de Eventos, de acordo com a finalidade do mesmo. Ninguém promove um acontecimento espetacular sem que tenha um objetivo específico, essa ação necessita primeiramente de uma razão. Pensando nisso, seja qual for a natureza do evento - cultural, social, esportivo, político... - ele está acontecendo para atingir de forma segmentada um público específico.
Os eventos são o formato comunicativo de maior impacto na atualidade, pelo estímulo multi-sensorial que provocam num mundo povoado pela intermediação tecnológica. Com isso, faz-se necessário cada vez mais qualificar esta ferramenta das relações públicas na comunicação dirigida. Através deles é possível atingir o público-alvo, divulgar a marca da empresa, potenciar vendas e conquistar novos mercados, uma vez que “podem ser mais rápidos e práticos que a venda pessoal ou a propaganda”, segundo Giacaglia (2004, p.11). A autora destaca ainda que, baseado em dados estatísticos, eventos “trazem comprovadamente resultados mais eficazes do que a propaganda e a publicidade que, por muitos anos, dominou o mercado de comunicação”, bem como a preferência das empresas em projetarem-se institucional e mercadologicamente.
No que tange as questões organizacionais, Jack J Phillips (2008, p. 55) destaca a relevância da mensuração de resultados quando fala que “o processo de eventos deve ser orientado por planejamento cuidadoso, procedimentos metodológicos e análises lógicas e práticas”. Somente desta forma é possível credibilizar e fomentar a inserção de eventos nas organizações.  Em função disso, as empresas têm optado por esta prática de apoio e patrocínio aos eventos, ao invés de investirem somente na produção de propagandas institucionais. Os motivos para o declínio da propaganda massiva, segundo MCKenna (1995, p. 32), são o “uso excessivo da mesma, com o número cada vez maior de anúncios, que acaba resultando na diminuição do impacto de cada um”. Ou seja, muita quantidade, pouca qualidade.

Claro, essa postagem é meramente uma ilustração do universo de Eventos, poderia falar aqui das ações para o seu planejamento, da sua funcionalidade, dos tipos variados, dos públicos atingidos. Porém, a ideia não é detalhar, se tiverem interesse em saber mais sobre o assunto, solicitem por e-mail, certamente serão respondidos!


Até a próxima!

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Interior é Dentro!

Ainda pensando na questão dos estudos para o concurso da ASCAR/RS, me chamou atenção outro conceito que talvez seja óbvio ou (por que não?) simples. A diferença entre comunicação interna e endomarketing é sutil, mas precisa ser muito bem definida. Acho que nunca tinha refletido sobre o assunto a fundo, os conceitos se entrelaçavam e, por fim, compreendia por uma importância só.
Enfim, vamos a diferenciação clara:

COMUNICAÇÃO INTERNA – como o próprio nome diz, está voltada para o público interno, até aí, tudo bem, mas entendamos como se fosse um elo (de ligação) em todas as atividades da organização. Essa comunicação se dá através de instrumentos formais e informais, cujos primeiros são as manifestações oficiais de acordo com as normas e regras preestabelecidas. Já os informais podemos considerar o contato face a face, em outras palavras, a boa e velha “rádio peão”.

ENDOMARKETING – diferente da comunicação interna, que visa informar e estabelecer relação com o público interno da organização, o endomarketing é um trabalho de marketing realizado com este público, visando melhorar o nível de informação e comunicação com os colaboradores, desenvolvendo interatividade, personalização e impacto sensorial. Procura motivar a produtividade desses colaboradores para obter comprometimento deles junto à organização.
Isso significa que o endomarketing alimenta técnicas de marketing a conceitos de recursos humanos, porque antes de vender um produto/serviço para um cliente, a empresa precisa convencer o seu colaborador da credibilidade e utilidade do que está oferecendo.
Contido, as grandes questões a serem refletidas no setor de endomarketing é: “os funcionários estão felizes? Até que ponto isso influencia no clima organizacional e na qualidade dos produtos/serviços oferecidos pela empresa?”

Colaboradores insatisfeitos com as condições de trabalho e qualidade dos produtos/serviços fazem contra-propaganda. Justamente por esta razão, o endomarketing é uma atitude estratégica que visa dar aos funcionários uma noção da importância de um serviço orientado para atender a clientela, fazendo-os ter mais capacidade de responder dúvidas que surjam dentro da organização. Com isso, o endomarketing acarreta envolvimento, comprometimento, valorização e qualificação do colaborador, que acaba assumindo mais responsabilidades e toma iniciativas.
Concluindo: Funcionário envolvido, motivado e comprometido conquista o público externo e a organização fica satisfeita.

Então, fica a dica, antes de oferecer até mesmo um cinzeiro de plástico a um fumante, certifique-se que entre seus colaboradores não há somente adeptos da campanha Brasil Sem Cigarro do Dráuzio Varella.

Até a próxima postagem, com mais conceitos pesquisados em função do concurso... outra dica, se você se inscrever em alguma prova desse tipo, faça valer pelo menos a taxa de inscrição.

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

O processo de planejamento

Esta semana, estudando para o concurso público da ASCAR RS, veio-me na memória uns assuntos bem pertinentes na comunicação. Um deles é a importância do PLANEJAMENTO, sim deveras fundamental na construção de imagem pública e relação entre entidade e público.
Vamos às conceituações básicas:
Segunda a nossa mestra Margarida Kunsch (2002), a função do planejamento impede que as atividades de relações públicas sejam improvisadas. E é verdade...

O ato de planejar decide, preliminarmente, o que, como, quando, por quem e por que deve ser feito, permitindo que as atividades de relacionamento sejam desdobradas com eficácia, assegurando o êxito do que se empreendeu. É preciso considerá-lo como um ato de inteligência, um modo de pensar sobre uma determinada situação ou realidade, como um processo racional-lógico, que pressupõe estudos, questionamentos, diagnósticos, tomadas de decisões, estabelecimentos de objetivos, estratégias, etc.
Previsão: corresponde mais a uma percepção provável do que possa ocorrer;
Projeção: tende a se basear em situações do passado para prognosticar o futuro;
Predição: diz de um futuro diferente para uma determinada situação, mas não há elementos de controle para isso, a solução de problemas tem um caráter imediatista e transitório; e planos e projetos são instrumentos materiais do processo de planejamento.
Há muitas concepções errôneas e mitos acerca do ato de planejar.   

Os enfoques referentes a planejamento mudam de acordo com o ponto de vista de cada autor que se refere a este tema, tanto em nível macro, como níveis mais específicos (Planejamento de RP, de marketing, ...)
Porém, estes conceitos se assemelham quando a questão é a finalidade ou especificidade do planejamento: possui dimensões e características próprias e é direcionado por princípios gerais e específicos. Ou seja, “sempre vinculado a situações e a realidades da vida de pessoas, grupos e das mais diversas organizações e instituições da esfera pública e privada”.
O planejamento essencial ao processo de gestão estratégica e para sua compreensão, precisamos considerar quatro aspectos: a contribuição aos objetivos; a função de precedência; a abrangência; e a eficiência. (vale lembrar que eficiência aqui é encarada como “fazer bem-feito”, diferente de eficácia que preocupa-se com resultados.)
Russel Ackoff nos apresenta uma definição bastante simples, mas muito expressiva: “planejamento é algo que fazemos antes de agir, isto é, tomada antecipada de decisão”. Podemos encarar planejamento também como algo ativo, que está em constante modificação e que ocorre por diversos meios (pesquisas, estudos, diagnósticos,...)

Enfim, muitos conceitos, mas uma ideia básica, é preciso planejar.

domingo, 18 de dezembro de 2011

As lendas da comunicação brasileira

Olá, colegas, voltamos às atividades...
Dando continuidade aos assuntos da comunicação, me surgiu uma dúvida: alguém algum dia já fez uma lista TOP 8 em se tratando de comunicadores brasileiros?? Acho que já, mas vou fazer a minha:
8. ASSIS CHATEAUBRIAND - Todo aluno de comunicação houve 200 vezes esse nome durante o curso.  Pernambucano, foi jornalista e político, é imortal na Academia Brasileira de Letras e o grande criador do Museu de Artes de SP (MASP). Fundou os Diários Associados que durante décadas exerceu influência na política nacional.
7. FLÁVIO CAVALCANTI - quem tem mais de 40 anos (fui legal agora) lembra bem dele... o criador do bordão "Um instante, maestro" era considerado o "senhor dos domingos" da televisão, nos anos 60. O programa levava o seu nome e era veiculado pela extinta TV Tupi.

6. CARLOS LACERDA - morreu em 1977, mas a história dele tem muito a contar... jornalista carioca, líder do Partido Comunista, fundou em 1949 a Tribuna da Imprensa, que manteve marcação cerrada contra o então presidente, Getúlio Vargas. tentou impedir a posse de JK e foi um dos principais líderes civis do movimento que derrubou João Goulart em 1964. O cara definitivamente não era fraco.
5. HEBE CAMARGO - a senhorinha do sofá... Acho que ela começou quando alguém uns anos atrás gritou "Independência ou Morte"... depois disso, a Hebe engrenou, cantou, atuou e se consagrou a apresentadora do sofá.

4. JOSÉ BONIFÁCIO DE OLIVEIRA SOBRINHO - Boni é o cara do padrão Globo de qualidade. Lançou um livro recentemente que conta histórias inéditas da sua vida pessoal e profissional. Pra quem se interessa, tá acessível, R$ 29,90 no Submarino.
3. ROBERTO MARINHO - o tão conhecido "dono e proprietário" da Rede Globo tem seus méritos e minha consideração, afinal ele ocupa a cadeira de número 39 na Academia Brasileira de Letras. Herdou o Jornal O Globo em 1925 e da lá para cá, só engrenou...

2. CHACRINHA - e já diria o velho guerreiro: "quem não se comunica, se trumbica". Isso é fato... com suas chacretes de bumbum avantajado e considerado padrinho de 287% dos artistas brasileiros, o pernambucano que usava buzina pendurada no pescoço costumava entregar o famoso troféu abacaxi.
1. O Top dos tops, SILVIO SANTOS - não tem pra ninguém, ele é único e insubstituível... Impressionante como um cara que começou como camelô, foi animador e radialista. O poder de persuadir as pessoas o fizeram ter o Baú da Felicidade e afins... as pessoas compram uma marca Silvio Santos.

Obviamente, há muitos outros nomes, mas na minha escala, estes 8 estão valendo, pela contribuição ao país como líderes, empreendedores e visionários.

Até a próxima!

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Sobre o Twitter... (Por Cris Magno)

Então, dando sequencia aos posts colaborativos, hoje a participação especialíssima é da minha querida Cristiane Magno, radialista e formanda em Comunicação Social - Jornalismo pela Ulbra. Comentarista de esportes da Rádio O Sul. Apaixonada por futebol, comunicação digital e chocolate. Grande pessoa e com um assunto muito pertinente:

A informação em 140 toques
Com a popularização do Twitter no Brasil, as redes sociais começaram a agregarem-se ao jornalismo contemporâneo. Parte da rotina de grande parte da população, o microblog é o serviço online que ganhou mais adeptos nos anos de 2008 e 2009, são mais de cento e cinqüenta mil perfis cadastrados. Com tantos usuários, o site revolucionou a forma como as pessoas trocam informações na rede.
O Twitter é identificado como um ambiente propício para a difusão de informações, através dele são postadas na rede as informações que os usuários consideram que podem ser relevantes aos seus seguidores. Nos últimos anos o site passou a ser usado mais para caráter informativo do que para o uso conversacional. Busca o uso do Twitter aquele que busca informações ou que têm alguma informação a ser repassada.
Os novos modelos de aparelhos móveis, como celulares e tablets, são peças fundamentais para a popularização das notícias na rede social. O jornalismo faz uso dessas tecnologias em coberturas que requerem maior dinamismo e mais objetividade.
A liberdade no uso dos tipos de linguagem no Twitter contribui para o uso de caráter jornalístico.  Ainda se faz útil também na troca de links e na possibilidade de criar conversas online, caracterizando o jornalismo interativo.
As redes sociais passam a fazer parte da rotina de um grande volume de pessoas justamente pelo fato de buscarem informar algo que está ocorrendo. Até as empresas jornalísticas mais tradicionais recorrem a estas mídias para informar seu “cliente” em tempo real. Isto agrega dinamismo à notícia e ainda aproxima o público dos canais de informação. Agora não precisa mais esperar até a hora do noticiário ou o dia seguinte para ter o jornal em mãos, basta conectar-se ao Twitter.

Obrigada Cris, sempre boa colaboração!

Continuamos na próxima!

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Falando em marketing, vamos começar as ilustres participações no blog.
Iniciando, meu querido amigo Manual Ramalho, publicitário da Agência Commais, sobre descontrução x convergência de algumas teorias de marketing.


MKT 6.0
Entendo o trabalho de um publicitário como a construção marcas e valores, para que o cliente tenha melhores resultados, a partir de um melhor relacionamento com seus públicos.
Dessa forma, acredito não ser necessário romper com alguns paradigmas, mas, agregar conhecimentos e possibilidades.
 Por quê?
 Marketing 1.0
Porque foco no produto e diferenciais continuará sendo importante.
+
Marketing 2.0
Porque trabalhar produtos e serviços a partir das necessidades e desejos do público-alvo será sempre uma estratégia eficaz.
+
Marketing 3.0
Porque estabelecer uma relação com os públicos a partir de seus valores é algo ainda mais sólido, com maior capacidade de fidelização a médio longo prazo.
=
MKT 6.0


Valeu Manu, grande parceria sempre!
Na semana que vem tem mais...

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Marketing

Dando sequência, vamos falar de um assunto que me interessa muito: marketing. A palavra tem sido bastante utilizada nos últimos anos, mas o conceito ainda é discutível. Segundo Philip Kotler, “marketing é um processo social através do qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam por meio da criação e troca de produtos e valores com outras pessoas”. Significação complicada, prefiro o que diz Theodore Levitt, “Marketing e obter e manter clientes.”

Muitas pessoas confundem marketing com propaganda, mas definitivamente é muito mais do que isso. A propaganda é parte deste todo, e consequentemente, uma coisa está relaciona com a outra. Marketing está em tudo, e, tentando segmentar um pouco, eis algumas diferenças:

Marketing pessoal: É a utilização do Marketing Mix ou Composto de Marketing para a geração de interesses ou preferências em relação a um determinado indivíduo.

Marketing social: Marketing para causas sociais: estratégia de posicionamento que associa uma empresa/marca a uma causa social visando agregar valor à marca e estimular as vendas.

Marketing politico: Emprego das ferramentas do marketing a fim de posicionar o candidato. Destacam-se a pesquisa de mercado eleitoral, o planejamento do conceito do candidato as estratégias a serem aplicadas, a mídia a ser utilizada e a organização geral da campanha.

Marketing interno (o chamado "endomarketing"): É o Marketing que tem como objetivo o público ou o ambiente interno de uma organização

Marketing institucional: Atividades empreendidas para criar, manter ou alterar as atitudes e comportamentos dos clientes- alvo para com uma organização.

Marketing de mercado: Marketing efetuado através de propaganda em vários tipos de mídia que interagem diretamente com os consumidores, geralmente solicitando a eles que apresentem uma resposta direta. Em outras palavras;;; vendas!

Marketing de massa: Abordagem de marketing que visa atingir todos os consumidores de maneira única.

Marketing cultural: e a ferramenta utilizada para agregar valor à imagem de empresas que proporcionam recursos monetários, intelectuais e morais, para a execução de projetos culturais, pertinentes à sociedade.

Marketing ambiental: está voltado para causas ambientais. É o estudo dos aspectos positivos e negativos das atividades de marketing em relação à poluição, ao esgotamento de energia e ao esgotamento dos recursos não renováveis.

Acredito que estes sejam os principais tipos de marketing, para saber mais, procure por Kotler.

Falamos mais na próxima!

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Completando a rede...

Pra deixar claro, acho a internet maravilhosa, uma ferramenta de comunicação e tanto, mas as redes são algo que tem me preocupado bastante. É preciso ter cuidado pra não perder a essência e a decência. #outradica
E antes que me pergunte de que forma eu as utilizo, antecipo: da mesma maneira que sou exigente pessoalmente. Não acho que postar “vou ali no banheiro” vai fazer diferença na minha vida ou na vida de quem possivelmente leria tal afirmação. Sim, eu pergunto de onde conheço a pessoa que me adiciona se não me recordo e procuro manter minha privacidade pra não dar margem a assuntos irrelevantes. As redes, para mim, são uma forma de manter viva a relação que construí com as pessoas ao longo da vida e manter o humor ou indignação diante das situações. E disso não abro mão.
Para me achar, simples:
FACEBOOK -Juliana Müller
TWITTER -jumullerrp
ORKUT – Este com a finalidade exclusiva de manter contato com duas comunidades. Mas se você não está em nenhuma das duas acima, ok.
BLOG – além deste, mantenho desde 2007 um blog sobre vida e obra do Lulu Santos, iniciado em função de uma disciplina do curso de Comunicação Social e conservado em função das comunidades do Orkut. As atualizações lá são esporádicas, devido a pouca veiculação da imagem do senhor em questão... mas quase tudo o que você quiser saber sobre ele está lá.

Sinceridade ao final, ainda prefiro e bom e velho contato por e-mail. Mais pessoal e pode ser analisado com tranquilidade, além de ficar documentado. Não tem tanta pressa quanto a rede e as pessoas se sentem mais seguras.

E não esqueça: indiferente de postagens na rede ou e-mails e mensagens instantâneas pessoais NÃO ASSASSINE A LÍNGUA PORTUGUESA! Esse é o único bem que podemos manter vivo nesse universo tecnológico.

“No que você está pensando hoje?”

Certo, já falamos dos profissionais da área de comunicação, das áreas da comunicação integrada, dos termos técnicos e das segmentações como rede formal e informal, comunicação de massa e dirigida. Nos dois últimos post’s falamos de música como forma de comunicação, foquemos agora em rede social. Já adianto pra vocês que sou apenas curiosa no assunto e que deixo as significações aos amigos entendidos.

Vamos por partes:
O que é a Rede Social? Sendo a Wikipédia, são relações entre os indivíduos na comunicação por computador. Direto! Enfim, é uma forma de interação social que tem a finalidade de proporcionar a comunicação através da conexão.
Justamente por essa razão, as redes são grandes meios de comunicação, de via de mão dupla, muito disseminativa (bonito isso, mas não sei se existe) e altamente veloz.
Em função dessas determinações, resolvi por conta própria fazer algumas diferenciações:
Em redes sociais (sim, com esse nome!) arrisco dizer que serve muito mais como local de compartilhamento de momentos, ideias, alegrias, desabafos que vão desde “vamos mudar o mundo” até o “vou ali no banheiro”... enfim, o que quero dizer é que na rede cabe tudo, e cada um define o que vai postar para seus amigos, seguidores, comunidades. Cada um fala o que quer e arca com as consequências, compartilha imagens, vídeos, ideias, desilusões, alegrias e tudo mais que achar conveniente.

Exemplos de redes sociais: Facebook, Orkut (sim, muitos ainda utilizam e não é tão ruim assim...), Hi5, Google+, Badoo, LinkedIn, Flickr, Rede Social, ebaH, Gazzag, NetLog...


Já as mensagens instantâneas, penso que as pessoas as mantêm com a finalidade de não se desligarem de seus amigos e parentes. Não há quem não utilize o famoso MSN, o “conversador” do facebook e programas mais simples mas muito eficientes como o Pidgin ou Digsby para contatar virtualmente outras pessoas a fim de personalizar o assunto. Mesmo porque, há questões entre os seres humanos que não devem ou não podem ser postados em redes, são pessoais... e que atire a primeira pedra aquele que não tenha um segredo com alguém que não possa ser compartilhado no facebook!
Exemplos de conversadores instantâneos: MSN, Yahoo Messenger, Google talk, Skype, Pidgin, Digsby. Pra quem não conhece os dois últimos, você pode adicionar todas as suas contas de e-mail e rede social em um único local, ver todos os amigos online em qualquer uma de suas caixas de mensagem. Joga no Google que ele vai te explicar!


Outra categoria que eu separei foi o já muito utilizado Bate-Papo... há um tempo atrás as pessoas utilizavam mais esse recurso para se comunicar com outras pessoas, mas não posso dizer se isso continua. O que é perceptível é que atualmente as salas oferecidas pelos sites servem muito mais para conversar com quem ainda não se conhece ou não se tenha tanta pretensão de construir laços de afeto. Ou, pelo contrário, são utilizados pelas pessoas que estão em busca de alguma coisa que ainda não encontraram em seu caminho. Vai saber...
Se você quer se comunicar com pessoas que não conhece, aí vão os exemplos: Chat Terra, Bate-Papo UOL, Chat Ig, BOL... mas, se eu puder dar uma sugestão, estreite seus laços de afeto com as pessoas que você já conhece, não deixe de compartilhar boas histórias com os amigos que você já conquistou e não troque sua família por qualquer desconhecido. Pronto, falei!

Rede de relacionamento é a última categoria que separei. Na verdade, é um pouco de cada coisa aí de cima, mas existem sim meios específicos na internet para encontrar novos amigos ou até o amor de sua vida... não sejamos hipócritas em pensar que isso não seja possível, mas experimente antes olhar a sua volta e ter certeza de que não perdeu nenhuma oportunidade, a vida das pessoas não é feita de relações estritamente virtuais. #ficaadica
Mas enfim, se você já tentou todas as formas do face a face, aí vão os exemplos de sites em que você pode talvez possa encontrar alguém bacana: Par Perfeito, BrazilCupid (é assim que escreve?), be2, SecondLove, Amigos.com...

Bom, essa e a ideia que eu tenho hoje das redes... sempre lembrando que cada um faz suas escolhas e as utiliza da forma que melhor lhe convier.